quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Benvindo à minha casa,
Ao meu doce lar,
Não é de grandes luxos
Mas é um bom sítio para ficar.
Também não é grande,
Cabe na palma da mão.
Quem lá entra dificilmente sai,
Bem tenta,
E quando consegue, cai.
Tem uma porta circular,
Não entram cá bestas quadradas,
Apenas pessoas dignas de boas gargalhadas.
Sabem do que estou a falar?
Pois então:
Benvindos ao meu lar,
Doce lar.
É sempre em frente,
Está lá toda a gente.
Sítio eterno,
Terno.

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